quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

REAJUSTE DAS APOSENTADORIAS

OS REAJUSTES DAS APOSENTADORIAS NO BRASIL

No que se refere aos reajustes de vazados a que estão submetidas às aposentadorias para aqueles que recebem valores acima do salário mínimo vigentes, acredito que tanto aposentados como seus defensores, têm tomado atitudes equivocadas, em relação ao assunto até a presente data.

Na defesa de uma melhor paridade entre os reajustes oficiais e a realidade financeira desses mesmos aposentados, que vêem seus rendimentos se deteriorarem ao longo dos anos, têm insistido em atrelar suas reivindicações de recomposição de suas perdas ao SALÁRIO MÍNIMO.

Isso esta fora de questão. É assunto encerrado previsto em Lei, principalmente, diante dos benefícios sociais que o reajuste real do salário mínimo acima da inflação trouxe para a sociedade como um todo.

Não adianta nada ficar martelando em cima dessa variável, pois o salário mínimo deixou de ser um valor referencia para fins de cálculos previdenciários.

Se considerarmos o salário mínimo um simples indicador dentro do universo dos valores entre menor contribuição e maior contribuição, nada poderá ser ignorado judicialmente, se mantermos os princípios estabelecidos pelo jogo contratual previdenciário, ou seja, reivindicar-se o que esta estabelecido dentro dessas mesmas regras.

Assim o que proponho é que daqui para a frente se tomem por base as regras estabelecidas e universalmente aceitas entre contribuições mínimas (salário mínimo) e contribuições máximas.

Ou seja, se o aposentado que recebia 5,00 vezes o MAIOR VALOR DE CONTRUIÇÃO, que na época tinha como fator de calculo o salário mínimo, nada poderá ser negado judicialmente, se forem pleiteados os reajustes, dentro da lógica do jogo que determina os valores máximos de contribuição.

Ou seja, 0,5 vezes o valor do teto de contribuição máxima atualizado.

Não poderá ser alegada defasagem de caixa, pois os valores estão atrelados as entradas e saídas monetárias da previdência.

Exemplo: uma aposentadoria de 7,7 sm inicial pelas reivindicações feitas, daria:
510,00 x 7,7 = R$-3.927,00, o que poderia ser alegado como quebra de caixa.

Quanto a minha observação, teríamos:
3.416,54 * 0,77 = R$ - 2.630,74, que esta dentro das regras do jogo, e, não podem ser contestadas.
Quanto a alegação dos órgãos oficiais que tais reajustes quebrariam a instituição, não é relativamente verdade.

Ao passo que foram introduzidos novos beneficiários, dentro dos programas sociais implantados pelo governo, que não é mais que uma obrigação governamental em busca de uma justiça social, foi criada uma atualizada fonte de renda, o COFINS, atrelada as vendas realizadas pelo mercado interno, e que por si só evolui aos mesmos níveis das operações mercadológicas.

O que não se pode admitir é que os contribuintes da previdência, que durante anos contribuíram e se mantiveram rigorosamente dentro do jogo contratual previdenciário, paguem a conta.

Cordialmente. augusto.gallera@gmail.com

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

FILIRMINO O FILÓSOFO




FILIRMINO O FILÓSOFO.
Perfil:
Nome: Filirmino o Filósofo
Filiação – pai: Dr. Pardal
Mãe: Coletânea Aleatória Portuguesa.
Idade: ainda não completou a maioridade.
Candidato a ser internado em uma unidade de recuperação mental.

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Sonhador:
É aquele que cheio de iniciativa e objetivo definido, não tem recursos para transformar em realidade suas idéias.
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Linha Reta:
É a linha curva mais curta entre dois pontos entre si, quanto mais longa mais nota-se a sua curvatura.
(Se observarmos atentamente a linha de nível da terra é curva)
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Oscar Niemeyer: profissional brasileiro que conseguiu criar obras de arquitetônicas perfeitas por linhas tortas.
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O conhecimento adquirido pelo homem é irreversível.
Controláveis são as suas aplicações.
(homens certos para os lugares certos).
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Pelas últimas pesquisas espaciais realizadas, depreende-se que o homem é o único carrapato do sistema solar.
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O homem é a imagem de Deus.
É muita arrogância e petulância do homem querer se comparar a Deus.
A única semelhança que o aproxima de Deus é a sua fé, e como tal imaterial.
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4ª. Dimensão = largura + altura + profundidade + tempo. - Será???...
Últimas pesquisas revelam que o universo contém 10 dimensões.
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MATÉRIA
É a concentração de energia a um determinado tempo e a um determinado espaço.
No universo nada se perde tudo se transforma, e como tal de forma constante.
Ela se modifica pela alteração positiva ou negativa das moléculas que a compõem, dentro do universo da energia em evolução.
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A matéria é um efeito não uma causa.
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Tudo que nos rodeia e nos mesmos, somos energia concentrada com a capacidade de transformação de maneira primitiva gravitacional ou material.
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Corpo: É a forma assumida pela matéria concentrada.
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Vida: energia despedida para manter a concentração ou forma da matéria.
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Os materiais têm vida, e ela se esgota.
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A composição do universo teve início em um buraco negro e para retornará.
Funciona com uma boca de pia, que suga toda água a sua volta.
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ORIGEM PRIMITIVA DA VIDA

No universo todo o elemento material mantém formas e movimentos constantes e esféricos, em função a um núcleo que os identifica com uma unidade de um todo, em relação aos demais corpos.
Sua unidade é o átomo, que é formado por sub partículas, como indica a teoria das cordas, ainda em desenvolvimento, pois ainda não foi provada cientificamente.
Por sua vez, a luz partindo de uma fonte esférica central propaga-se em linha reta em todas as dimensões, em função ao universo e a distancia que percorrem.
Do encontro ou choque entre fechos de luz e a matéria (energia concentrada) surge a vida em sua forma mais elementar (luz + matéria).
Quando a luz passa a atuar de forma intermitente (não continua) (dia/noite) e de forma padronizada a matéria inicia a pulsação (dilatação e retração).
Da pulsação da matéria, ao ser aquecida (dia), e do seu cessar (noite) tem-se início a um ciclo constante de movimentação interno da matéria, com inicio no dia e prolongando-se pela noite pela concentração da energia interna, até atingir um novo dia. (princípio da vida).
Da necessidade de receber a luz de forma uniforme em seu todo, o corpo iniciou a sua movimentação independente, em função ao meio, tomando forma própria e isolada.
Em busca da sobrevivência constante aprendeu a retirar de outros corpos a energia retida por meio da ingestão.
Com a introdução do elemento água, a evolução foi uma questão de tempo e a necessidade de adaptação ao meio em que o corpo que se encontra.
Deus é a inter energia em sua plenitude, o elo da integração corporal e temporal.
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A VIDA MAIS EVOLUIDA
É a concentração de diversas formas (órgãos) que vivem em simbiose e interdependente, sob um único comando (cérebro), cada uma com sua função distinta de um todo.
Teve início nos corpos gelatinosos que moldaram uma capa (corpo), que lhe deram as formas conhecidas.
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A água é a gasolina e o antioxidante da vida.
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O homem convive em 3 estágios distintos, constantes e simultâneos, dentro dos limites estabelecidos pelo grau de seu conhecimento.
1- O presente pela sua vida plena.
2 – O passado olhando o firmamento.
Quanto mais distante do corpo que observa no firmamento mais profundamente penetra no passado.
3 – O futuro, pelo seu pensamento, e pela premonição.
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DOENÇAS
Atividade biológica natural de seleção e mutação das espécies vivas.
Quando controlável é benéfica para o homem, pois otimiza o seu desenvolvimento defensivo.
As doenças podem ser classificadas em inteligentes e ignorantes:
a) As doenças inteligentes geralmente as transmissíveis, conseguem se expandir e sobreviver, de um corpo para outro dos quais são parasitas (sarampo, catapora, dengue).
b) As ignorantes são geralmente as não transmissíveis que se destroem ao matar o corpo que hospedam (câncer maligno).

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EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES
Em algum momento da pré-história, o ser humano como o conhecemos foi expulso de sua comunidade original, quando atacado por uma reação natural epidêmica contagiante provocou a queda de seu pelo.
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CLONAGEM:
- A favor ou contra.
Se por um lado, a os que afirmem que o homem esta querendo se colocar no lugar de Deus, a os que afirmem que nada poderá deter a evolução do conhecimento humano.
Mas se verificarmos friamente o fato, é que a clonagem, não é um fato tão complicado assim.
Qual a dona de casa que já não fez a sua clonagem ao colher um pequeno ramo, cortado de uma planta que lhe chamou a atenção e plantou-a em sua casa?
Por outro lado vários seres da fauna e da flora, para sua reprodução não são macho e fêmea necessariamente.
Pergunta-se: Será que a evolução das espécies com a colaboração do homem, não estará dando início ao fim dos tempos do homem como mui macho?
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PREMONIÇÃO
Capacidade de prever fatos futuros de forma fortuita e fora da condição temporal, originando-se em um sexto sentido.
Um fenômeno natural ainda não controlado pelo homem, por se situar em uma 4ª. Dimensão. (Bíblia - livro de David) (ver último texto de Filirmino)
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A MANIPULAÇÃO DO ÁTOMO. REALIDADE OU FICÇÃO.
Indiscutivelmente o ser humano encontra-se atualmente em uma encruzilhada.
Sua evolução intelectual, o levou a um conjunto de conhecimentos irreversíveis, que o colocou diante de forças extremas, que se libertas fogem ao seu controle.
Tais conhecimentos, se por um lado o levou mais próximo da criação, por outro lado colocou-o diante do abismo destruidor que ele mesmo poderá criar.
Tudo vai depender de sua moral transformadora.
Assim o homem passou para uma situação parônima.
Ao mesmo tempo em que percebe a sua insignificância diante do universo, passou por outro lado a ter a sua disposição uma enorme força transformadora.
O homem, indiscutivelmente chegará a conclusão de que nada é matéria, tudo é energia de um infinito campo de classificação energética de fusão e fisão (ou cisão), dentro do espaço e do tempo.
A energia encontra-se no universo em diversos estágios de concentração, formando corpos palpáveis, e não palpáveis.
Isso se dá em forma estacionária a um determinado tempo, ou em movimento.
As formações de energia não palpáveis, são em muito desconhecidas pelo homem, segmento em que se encontram os classificam como sobrenaturais.
A energia em si e a vida são correlatas, e tem a capacidade de associação e transformação elementar.
Nessa escala energética na sua mais perfeita harmonia, situa-se o próprio homem.
Um conjunto energético capaz de reconhecer a sua própria existência e conseguir transformar outros campos energéticos em seu proveito, para preservar a sua sobrevivência.
Por outro lado, com o conhecimento que tem ao seu dispor na manipulação do átomo, poderá alterar o próprio átomo, reduzindo ou aumentando seus componentes positivos e negativos na composição de novas matérias.
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A MIOPIA QUE NOS CERCA
Em recente pesquisa realizada, constatou-se que o nível de fé religiosa de uma comunidade, difere em muito de acordo com o seu estado de evolução econômica e intelectual.
Acredita-se que quanto maior acumulo de conhecimentos, menor é a sua fé religiosa.
Isso se deve ao confronto de princípios seguidos por religiosos e homens dedicados a ciência, principalmente pelas suas posturas intransigentes e de obstinação.
Essa postura de defender os seus princípios e não aceitar os argumentos que lhe são contra, os levam a sofrer da síndrome da “miopia profissional periférica”,. Uns mais outros menos.
Todo aquele que se dedica a atingir um objetivo, passa a trilhar uma linha reta e supra objetiva, passando a não perceber com clareza toda miudeza que o cerca, desenvolvendo um senso fanático que o cega.
Vejamos o caso da teoria da evolução, onde se estabelece como princípio a evolução das espécies, de conformidade com o meio em que vive e sua evolução cultural.
Para os religiosos mais ferrenhos isso é uma falta de fé nos princípios estabelecidos pela igreja.
Entretanto se esquecem de que Deus simplesmente não criou o universo e os elementos que o compõem. Ele é a continuidade. Um criador eterno. Ele simplesmente É.
Por sua vez os homens dedicados a ciência somente aceitam fatos cientificamente comprovados.
É de se perguntar: a ciência pode comprovar cientificamente que Deus não existe?-Não.
O que se percebe é a falta de diálogo entre as diversas correntes, religiosas e científicas.
Divergências existem nas diversas correntes religiosas e científicas.
Nem todo o cientista é abstinente de fé, nem todo religiosos rejeita a ciência.
O que se percebe, é que o ser humano, não esta aceitando mais a forma como Deus lhe foi colocado.
Ele é algo que nos não podemos ver ou identificar. Somente podemos senti-Lo por meio da fé e respeito ao que ele criou.(1)
Ele não é divino, ele simplesmente existe pela forma criadora evolutiva, constante e eterna.
Só Ele é eterno, por estar fora do tempo e do espaço.
Deve-se entender, que na elaboração das escritas sagradas só poderiam os sacerdotes transmitir os ensinamentos de fé aos seus seguidores, por intermédio de metáforas e de forma simples, tornando-as entendíveis para os padrões de conhecimento da época.
Talvez um dos fatos que se identifica entre os homens de fé e cientistas, seja a definição que “O homem foi feito de barro”.
O sentido dessa simples frase talvez esteja passando despercebido.
Ela define que início da vida esta na matéria e a água, que pode ser comprovada cientificamente, ao mesmo tempo em que define a evolução da vontade divina, que transformou a matéria em vida, e, portanto um dos princípios de fé.
A fé é Divina, as religiões e as terias científicas são criadas pelo homem.
(1) – Para nós católicos, Jesus foi uma manifestação material de Deus.

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O SANTO DO PAU OCO:

Entre as diversas crenças religiosas existem várias linhas de pensamente e religiosidade, criando certo distanciamento nas interpretações das escritas sagradas.
Uma dessas divergências esta inserida nos princípios da doutrina de adoração aos santos.
Outras religiões, não aceitam como os católicos a adoração de imagens interpretativas.
Mas se retornarmos no tempo, verificamos que era normal os viajantes, portarem em suas bagagens, pequenas estatuetas feitas em madeira ou barro, representando seus entes queridos.
Anterior a idade média, o homem não tinha meios ao seu dispor, para retratá-los.
Assim surgiram as famosas estátuas e pinturas, feitas por artistas consagrados.
Se analisarmos a postura de outras religiões sobre esse tema, vamos verificar que na realidade muitos não cumprem com essa determinação, de forma inconsciente.
Quantos de nós não portamos em nossas carteiras a imagem de esposa e filhos?
Não é uma adoração voltada a uma imagem? - Sim.
Uma adoração não ao papel, a madeira ou ao barro que esta em nossa algibeira, mais a essência que ela representa. – Isso é a fé.
Por outro lado os portadores de fé, seja qual for a sua crença, abraçam contra o peito um calhamaço de papel... A Bíblia, o Alcorão, ou demais textos sagrados.
Entretanto eles não estão abrando a matéria em si, mas o seu conteúdo, que lhe dão a fé que os guiam.
O volume feito de papel é o corpo, o conteúdo é a alma.
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SOBRENATURAL
Fenômenos naturais cujas causas e efeitos, ainda são desconhecidos pelo homem, no atual estado evolutivo que se encontra.
Nada é sobrenatural.
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NEGÓCIOS
Para você que pretende ser empresário ter bom resultado em sua empreitada, deve primeiro ajustar-se a 4 princípios fundamentais;
1)- O que o consumidor necessita adquirir;
2)- O que esse mesmo consumidor que você pretende atingir deseja comprar;
3)- Quanto pode ou esta disposto a pagar;
4)- Quais as condições que você pode oferecer para a sua aquisição.
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PROPAGANDA
É a arte de criar necessidades desnecessárias nas pessoas (Joelmir Beting)
Faz com que as pessoas virem boi de corte, e sigam as ordens de consumo que lhes são impostas. Os demais são retrógados.
Sua função é criar frustração naquele que não pode ou se recusa a comprar.
Exemplo: Em uma fábrica de biscoitos o problema é que o custo, diante do preço de venda alcançado, que não dá a margem de lucros pretendida.
Em reunião entre os envolvidos, nada conseguem identificar para diminuir os custos.
Eis que um ajudante da linha de produção, em tão de descontração diz:
-Só se passarmos a misturar farelo nos biscoitos.
Plim!... – Boa idéia confirma o diretor mor.
-Amanhã iniciem uma campanha publicitária com lançando de um novo super produto, enriquecido com fibras.
- Planejem o novo lançamento com um preço de 10 a 15% sobre os preços atuais.
-Há... ia me esquecendo, insiram na propaganda, um garoto fazendo cara feia e jogando fora uma embalagem de biscoito qualquer.
Ponto e vírgula... Esta falado.

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Observação: nos supermercados procure os produtos que estão abaixo da linha de visão ou no roda pé das prateleiras, os preços são bem mais em conta.

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É PARA SE PENSAR:
Se a Amazônia é um bem da humanidade e preocupação de todos, é de se perguntar de quem é o Deserto do Saara?
Quem se habilita a recuperá-lo?

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CURIOSIDADE:
Você sabia que o vidro é um liquido em estado sólido, como a água que se solidifica quando submetida a uma temperatura abaixo de zero?, e o vidro das janelas escorrem de forma infinitamente lenta?.
E que nos vitrais medievais, suas bases se tornaram mais grossas?



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PREMONIÇÃO
Premonições são fenômenos que as pessoas sentem, em ter visões de acontecimentos futuros de forma involuntária e fortuita.
Nada existe de sobre natural sobre essas manifestações, pois se situam no campo energético não palpável do universo, e ainda não dominado pelo homem.
Senão vejamos. Para melhor entendimento, vamos chamar tudo que existe no universo de elementos.
Esses elementos se fazem parte do universo, em estado sólido, pastoso, liquido, gozoso e em forma energética não palpável.
Talvez este último tenha uma enorme variedade de estados e ou níveis ainda desconhecidos para o homem.
Podemos tomar, por exemplo, os raios solares, as ondas de rádio e muitas outras já dominadas, e comprovadas cientificamente.
Se pararmos para pensar, verificaremos que nosso corpo é atravessado por milhares de fixos energéticos todos os dias.
A premonição situa-se dentro desse vasto campo energético universal.
Esses fenômenos são conhecidos a milênios, e situam-se fora do tempo conhecido pelo o homem.
Mesmo que a ciência não reconheça tais fenômenos, muitos apóstolos e estudiosos, como David, Paulo, Einstein, Nostradamus, Descartes, Kardec e outros, manifestaram de forma aberta e ou reservada a sua existência.
Negar a sua existência é sentir-se soberano, conhecedor de tudo e de todos.
Entretanto devemos levar em conta, que o ser humano no estado de conhecimento que se encontra é um viajante muito recente do universo, e muito ainda tem de aprender, para saber qual a sua real participação no contesto universal.
Esse fenômeno pode ser explicado em termos atuais, como mensagens inesperadas principalmente nas primeiras horas da manhã, quando o cérebro humano, esta mais vazio dos transtornos e problemas que o cercam diariamente.
Isso se dá em razão do sono reciclar e rebobinar nosso cérebro, durante os sonhos de ajuste.
O sono faz uma limpeza dos fatos ocorridos não arquivados pelo cérebro, da mesma forma que se rebobina uma fita de vídeo após assisti-la.
Entretanto, não quer dizer que tais fenômenos, não possam ocorrer durante as 24 horas do dia.
Essas manifestações são involuntárias, e intemporais.
Elas surgem como mensagens inesperadas e indesejáveis, como as que surgem nas telas do computador sem a interferência do digitador.
Percebemos que não temos poder sobre elas, a não ser aceita-las ou não.
O interessante é que são as premonições de tragédias, as que mais marcam isso se levando em conta o estado emocional que se estabelece no premonitor.
Mas elas podem ser de boas e ruins.
Por outro lado há os detentores de fé, que atribuem a ocorrência a esses fatos, como uma vontade divina, e manifestações espirituais.
Mas devemos levar em conta, que a doutrina espírita, não prega fatos milagrosos e sobre naturais.
Tudo se enquadra na existência real dos fatos.
Outro fato que envolve esse tipo de fenômenos, é que talvez sobre os indivíduos ainda não envolvidos por todo esse vai e vem da modernidade.
São os mais propensos a receber tais manifestações, como os curandeiros tribais, tidos como inocentes pregadores.
Por outro lado os charlatões se aproveitam desses fatos, que os transformam em simples mercadoria de venda.
Isso de forma absurda e inaceitável, pois desacreditam a ocorrência de tais fenômenos.
Por outro lado, o homem moderno envolvido nas exaustivas jornadas diárias fica praticamente, inume a receber tais manifestações.
Por isso elas ocorrem mais freqüentemente nas primeiras horas do dia, quando o cérebro esta mais aliviado das tensões diárias.
Porem existem pessoas que ao sentirem tais manifestações involuntárias procuram pesquisar, para levá-las a entender o que se passa, e comprovar a sua veracidade.
São pessoas que não aceitam o não ou a dúvida como resposta.
Entre as referidas manifestações descrevo fatos ocorridos com um colega de serviço.
Segundo ele, quando começou a prestar atenção com esse tipo de manifestação, levou o fato na brincadeira.
Entretanto, a título de curiosidade, passou a anotar ou desenhar as premonições recebidas, e colocá-las em um envelope fechado, para posterior confronto.
Não tardou a verificar certa coerência com tais premonições.
Não faz muito tempo, em um fim de tarde de uma determinada sexta-feira, ao estar manuseando algumas notas fiscais, ele sentiu ao tocar uma dessas notas que estavam sobre sua mesa, uma vibração elétrica, como se fosse uma descarga de energia estática, mas diferente segundo ele.
Curioso, voltou a manusear o conjunto de notas fiscais, e ao tocar a mesma nota, repetiu-se a sensação de tremor.
Automaticamente, segundo ele, como se em um 6º sentido, disse à colega que estava ao seu lado; - Quem é o vendedor de tal região? – Telefone a ele e diga para não viajar neste fim de semana.
Encucado, foi para casa com uma questão aberta.-Como?... Quem?... De onde veio, essa sensação?
Em casa ao deitar ainda indagando a si, não tardou, em sentir, não sabe como, a imagem de uma anciã de origem nipônica.
Na segunda feira, ao comentar o fato com a mesma colega, recebeu como resposta, que ele era filho de uma jovem nissei e um brasileiro, e contou um fato que não diz respeito sobre o presente assunto.
Após algum tempo, chegou ao seu conhecimento, que o referido vendedor, havia batido o carro sem gravidade, uma semana após a ocorrência do fato.
Esse meu colega, diz que ainda tal fato o incomoda, pois sente a sensação que seus familiares biológicos o estão procurando, em uma região situada no norte do Paraná.
Por motivos óbvios não quis levar ao seu conhecimento, tal premonição.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CLUB ATLETICO GUARANY DE VILA ESPERANÇA



O Club Atlético Guarany, foi fundado no bairro de Vila Esperança, na Rua Otília imediações da Rua Dr. Heládio, no bairro de Vila Esperança, que pertence ao sub-distrito Penha de França, na Capital do Estado de São Paulo.

Tal fato se deu no ano de 1939 com a participação de um grupo de garotos.

Encabeçados e encorajados pelo jovem Roberto Beline Graminha (*1), reuniram-se pela primeira vez, com o objetivo de fundar um Mirim, para a pratica de futebol.

O local escolhido foi em um galpão existente nos fundos de sua residência, situada na Rua Otilia no então nº 110, pertencente a família do jovem Graminha como era chamado, que o cedeu com a permissão de seus pais.

Garotos ainda, imbuídos de entusiasmo passaram a discutir o que fazer, e mesmo com a pouca prática que detinham passaram a expor seus planos, registrando em um simples papel os assuntos votados e aprovados.

Assim foi escrita a ATA DE FUNDAÇÃO DO CLUB ATLÉTICO GUARANY. Em Vila Esperança.
ATA DE FUNDAÇÃO – (Cópia).
Aos 15 dias de Setembro de 1939, reuniram-se na casa do Sr. Roberto Beline Graminha, à Rua Otília nº110 (atual nº 882) (no bairro de Vila Esperança) um grupo de rapazes, para tratar da fundação de um mirim.
Encabeçando o grupo o Sr. Roberto Beline Graminha, deu início a reunião pedindo aos presentes, a escolha de um nome para o club que iriam fundar.
O Sr. Antonio Gimenes, pedindo a palavra, sugeriu que se denominasse de Guarany, dado ser ele proponente, funcionário do Foto Guarany, sugestão esta acatada por unanimidade.
Após entendimento entre os presentes, ficou aprovada a denominação de Club Atlético Guarany.
Escolhido o nome, passou-se a eleição da Diretoria, com votação em descoberto, que ficou assim constituída:
Presidente: Roberto Beline Graminha;
Vice-Presidente: Antonio Guimenes;
Secretário: Raymundo Abreu Costa;
Tesoureiro: Francisco Costa.
Quanto as camisas, ficou o Sr. Graminha encarregado de arrumar com seu pai, tanto as camisas como a bola.
Ficou estabelecido também, que as mensalidades serão de R$-2,00 (Dois mil réis) para os diretores e de R$1,00 (Hum mil réis) para os jogadores.
Fica ainda estabelecido que para os jogadores participarem dos jogos deverão ter calções brancos.
E por estar fundado o mirim Guarany, da-se por encerrada a reunião.
São Paulo, 15 de Setembro de 1939. Assinam os Diretores eleitos.

.............................................................. .Assina Roberto Beline Graminha
Presidente em exercício.

(*1)-Roberto Beline Graminha, considerado o fundador do Club Atlético Guarany, era filho de funcionário da Light end Power Co. , lotado no setor de manutenção dos equipamentos da empresa na usina instalada no Alto da Serra, e residente na época no bairro de Vila Esperança, na Rua Otília nº 110.

Ao ser realizada a primeira partida de futebol, foi convidada para ser a madrinha do clube, a jovem Antonieta Barbiere, também moradora da Rua Otília.

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Logo após a sua fundação, o então Mirim Guarany sofreu uma lamentável situação.

O jovem e então presidente em exercício, Graminha, teve que se submeter com urgência a uma operação de apendicite, que acabou levando-o a morte, após sofrer complicações pós operatória.

Profundamente abalado com a perda seu filho único, o casal Beline Graminha, mudou-se do bairro, quebrando em definitivo o vinculo com o mesmo.

Talvez esse fato, que abalou profundamente o animo de seus amigos de infância, tenha permitido a sobrevivência e a transformação do então mirim em um clube efetivamente estabelecido.

Mesmo tristes, seus colegas de infância, tomaram tal situação, como um código de honra e de uma forma ou de outra, mantiveram sempre vivo o objetivo de seu fundador.

Para tanto sempre que possível, buscavam o apoio de pessoas adultas para orientá-los.

O Club Atlético Guarany, formado por um grupo de adolescentes, como não poderia ser de outra maneira, não possuía um campo para prática de futebol.
7 de setembro de 1947- C.A. Guarany x Bandeirantes F.C.

Assim as disputas esportivas se davam sempre no campo dos adversários, ou em campos cedidos por outros clubes existentes na região.


Utilizava para treinos de seus jogadores, uma pequena área que existia entre a Rua Dr. Heládio, e a Estrada de Ferro Central do Brasil.

Por vários anos seus participantes atuaram nos campos de futebol da redondeza, tornando-se inativo algumas vezes, mas sempre reacendendo as esperanças de sobrevivência.

Outro fator que também contribuiu para sua sobrevivência, diz respeito ao ocorrido no bairro.

Agora já adultos esse grupo de rapazes e moradores das redondezas, passaram a


participar dos festejos carnavalescos do bairro, que se realizavam todos os anos, promovido inicialmente pela Associação Atlética 5 de Julho, desde o ano de 1935.

Essa participação teve início em 1949, quando o seu presidente Sr. Francisco Rizzo e seus dirigentes, apreciando uma idéia de Valdemar Romeu, Alfredo Lastória, aliados aos moradores da redondeza, decidiram participar com um bloco, na Batalha de Confetes promovida anualmente pela A.A. 5 de Julho.

Essas festas pré carnavalescas, eram promovidas no sentido de incentivar os clubes a participarem da tradição carnavalesca do bairro.

O tema escolhido para sua primeira participação foi à marchinha “Chiquita Bacana”, em evidencia.

Para tanto passaram a confeccionar fantasias em verde amarelo, imitando cascas de banana, com os parcos recursos obtidos por intermédio de um Livro de Ouro, passado entre os amigos, e apoio das esposas e filhas dos participantes.

O alegórico consistia em um andor, contendo uma banana semi-aberta, carregada aos ombros, e contendo uma criança em seu interior.
Como não dispunha de instrumentos musicais, tiveram que recorrer a ajuda de terceiros.

Para acompanhá-los, por incrível que pareça, conseguiram a ajuda da nada mais, nada menos do que a Bateria da Escola de Samba Nenê de Vila Matilde, por quem sempre mantiveram um carinho especial de amizade.

Daí para frente, todos os anos o Clube passou a promover animados blocos e bailes carnavalescos, sempre buscando a originalidade como aliada, para compensar os pequenos recursos disponíveis, advindos a colaboração do comércio local.
Como todos os clubes participantes das Batalhas de Confetes, patrocinadas pela A.A. 5 de Julho, tinham um grito de incentivo.
Assim o Club Atlético Guarany, tinha seu estribilho, usado no início das apresentações, para incentivos de seus participantes.

- Oi!... Quem vem lá?
- Sou eu morena.
-Abre a porteira que eu quero passar.
É verde e branco.
Sinal de guerra.
É Guarany que estremece a terra.

Pode parecer meio ingênuo o uso da palavra porteira, em uma cidade como São Paulo.

Entretanto, quando o estribilho foi criado, levou-se em conta, que o então patrimônio do clube compunha-se de um terreno cercado em arame farpado, contendo um portão de madeira em duas folhas.

Por outro lado esse grupo de jovens, e vários participantes que se aliaram, passaram a alimentar a idéia de conseguir uma área, na qual pudessem manter uma sede social, até então inexistente.

Dentre os participavam das atividades do clube, por volta de 1956, um grupo de aficionados, passou a idealizar uma pista para desenvolver a pratica do Jogo de Malhas, muito em moda na época, que acabaria por desbancar o tradicional Jogo de Bochas.

Para permitir tal prática, os dirigentes do clube, procuraram o proprietário de um terreno
contendo 1.000m2, existente na Rua Otília, entre as Ruas Cumai e Dr. Heládio, para solicitar autorização para o seu uso, na forma de locação.

O terreno foi fechado, com uma cerca de área farpado, contendo um portão central de madeira, contendo 3,50 metros de largura, e a ele foi atribuído o nº 835 da referida Rua Otília.

Ato continuo, foi construída uma pista em sua lateral esquerda de quem o terreno olha de frente, sendo a mesma feita dentro dos padrões e medidas oficiais, com suas laterais guarnecidas por madeira.

Somente as cabeceiras eram cobertas, e separadas do público por um corrimão feito com toras de eucalipto.

Colocação da tela quadra futsal
Passou assim o clube a disputar torneios oficiais, em todas as categorias.
Foi guando o clube filiou-se pela primeira vez a uma federação esportiva.

Outros sócios aficionados pelo futebol, que até então era praticado em campos varzeanos, por intermédio de campanha interna, aplainaram a parte central do terreno, sendo o piso recoberto por uma grossa camada de cimento e pedra britada.

Sua proteção como na área reservada para a prática do jogo de malhas, foi feita com toras de eucalipto, tela de arame em suas cabeceiras, e alambrado nas laterais.
Assim foi construída a primeira pista de futebol de salão do clube.

Outras pequenas construções em alvenaria foram realizadas, de forma aleatória, com uma secretaria no limite fronteiriço do terreno e vestiários e sanitários nos fundos da pista de malha.

Na época o Sr. Pedro Cavalheiro Garcia, (Sr. Pedrinho) passou a reformar sua residência, doando todo material ao clube, o que permitiu levantar-se na área dos fundos da quadra de futebol de salão, um rancho, ao estilo faroeste.

Serviria, para a pratica de jogos de salão, como dominó, sueca, e outros jogos, proibindo-se terminantemente qualquer tipo de jogo de azar.

Compunha a referida edificação feita em madeiras, de um pequeno bar ao seu lado esquerdo, e toda sua parte fronteiriça servida por uma varanda.

Não é preciso afirmar que todas as construções foram feita em regime de mutirão, utilizando-se a mão de obra de um sem número de abnegados, entusiasmados com rápida evolução dos acontecimentos.

Com as melhorias patrimoniais feitas no clube, um grupo de sócios jovens, liderados por Manoel Pereira da Silva (Pitanga), passou a cogitar a realização de festas juninas durante os meses de

1ª. Disputa na nova quadra de futsal
Junho de cada ano, usando a quadra de futebol de salão como pista e a varanda do rancho, como estúdio musical e palco.

Inexperientes na realização de tais eventos, os dirigentes e associados do clube, montaram diversas barracas nas laterais da quadra, esperando trazer as famílias para uma confraternização, e vender guloseimas da época, o que acabou dando certo.

No início da década de 60 (entre 1962/1963), estava entrando em cenário o movimento um novo movimento musical liderados por um grupo de jovens, estourando todas as premissas musicais até então, principalmente, após o início do programa na TV Record em 1965 do Movimento Jovem Guarda.

Talvez esse foi o maior reforço que o clube poderia ter, até os dias de hoje.

Empolgados com o sucesso de suas festas juninas, passaram a questionar para o ano seguinte a contratação de um conjunto musical.

Para tanto se dirigiram a diretoria com tal proposta, informando o desejo de conseguir a participação artística de um conjunto musical, que cobraria pelo evento Cr$-200,00 (duzentos Cruzeiros).

Informados pelo tesoureiro Sr. Lameiro de que poderiam realizar a iniciativa, desde que conseguissem levantar o valor do cachê entre os sócios, devido os pequenos recursos existentes já comprometidos, com o pagamento dos materiais, que tinham sido adquiridos.

Para tanto se lançou mão de uma rifa de uma boneca cujo valor foi rateado entre os sócios.
Tudo acertado para a realização do evento, não tardou muito para seus idealizadores tomarem o maior susto.

INGREDIENTES:
Noite Fria, silenciosa, um palco feito toscamente em madeira e tecido cru, sobre a pista de malhas ao ar livre.

Um perfeito conjunto de fatores reunidos, contribuindo para o inesperado.

Aproximadamente as 8,30 hs, Aldo Monteiro, ao microfone anunciou a participação do conjunto Os Castores, apelido por ele como os Roedores da Guitarra.

Ao soar no espaço noturno os primeiros acordes das guitarras, criou-se uma espécie de frenesi, tornando-se uma grande preocupação para aos organizadores.

Não se sabe como e quantas pessoas jovens crianças e adultos, acorrerão para as imediações do clube, criando um grande alvoroço, devido o clube não estar preparado para tanto.

Bem ou mal, mais bem do que mal, chegou-se ao fim do evento sem registrar qualquer tipo de ocorrência, que viesse a tirar o brilho da mesma.

Daí para a frente os seus diretores, associados,e muitos simpatizantes, passaram não só a realizar anualmente as tradicionais festas juninas, como a realizar ininterruptos fins de semana dançantes, e concorridas festas da cerveja.

Foram sempre apoiados por uma centena de colaboradores, e autoridades constituídas, que sempre colaboraram e orientaram na realização dos eventos programados.

Vários foram os cantores famosos e conjuntos do movimento Jovem Guardam em início de carreira, que participaram das noitadas dançantes, daqui levando boas recordações, devido a forma carinhosa como eram tratados.

Em retribuição, quase sempre se ofereciam para participar das festas realizadas em comemoração ao aniversário do clube.

Em um determinado ano na década 70 o clube conseguiu em um único fim de semana apresentar nada menos do que 13 conjuntos musicais.

Com os recursos advindos dessa atividade social-dançante, aliado a colaboração dos sócios e a uma administração eficiente por parte dos seus diretores, o Club Atlético Guarany, conseguiu investir gradativamente em sua sede social, elevando consideravelmente o valor de seu patrimônio.

Sempre procurando ajustar-se as novas situações criadas, em 13 de junho de 1963, em uma Assembléia Geral dos Sócios, foi aprovado um novo Estatuto Social, como uma sociedade esportiva/recreativa devidamente registrado no 3º ofício de Registro de Títulos e Documentos da Capital, no dia 21 do mesmo mês.

Nessa Assembléia Geral dos Sócios, reunida em caráter extraordinário, presidida por José Habib, secretariado por Ângelo Giovanini, na reformulação do Estatuto Social, foi criado o Conselho Patrimonial do clube, devido o mesmo estar emprenhado na compra do terreno que vinha ocupando a título de locação.

Nos termos do artigo 15º do referido estatuto, ficou estabelecido que tal conselho, é eleito pela diretoria, por tempo determinado, e dirigido por um presidente, eleito entre os 10 membros que o compõem, com a devida aprovação do Conselho Deliberativo, que é o órgão máximo do clube.

Esse conselho passou a administrar os bens imóveis do clube e determinar e fiscalizar as novas aquisições patrimoniais.

Devidamente estruturado para a compra do terreno ocupado, foi elaborado o lançamento de 2.000 (dois mil) Títulos Patrimoniais, com o objetivo de conseguir recursos para permitir a sua ampliação patrimonial.
Foto do terreno em 3 de outubro de 1955

Para tanto, foi aprovados um termo de criação de uma linha de Sócios Patrimoniais, dentro das condições contratuais estabelecidas entre o Club Atlético Guarany, e o adquirente.

Foram lançados 100 (cem) Títulos Patrimoniais em caráter vitalício seus adquirentes, cujos compradores estão devidamente listados em placa comemorativa no salão de festas do clube.

Não é demais lembrar, que além desses 100 abnegados acima, outros tantos (ou mais), que devido ao seu grande número, é impossível listar sem cometer alguma injustiça, é que foi possível realizar tal façanha.

O valor apurado na época correspondia a valor pedido pelos proprietários para sua venda, o que permitiu o clube adquirir o terreno a vista.

Para concretização do proposto, o clube recorreu ao Sr. Milton Sanches, escrivão e sócio do clube, para tratar e orientar a aquisição, que se concretizou mediante lavratura de conforme Escritura Definitiva nos registros do Tabelião.Com isso o clube adaptou-se as exigências oficiais e federativas, permitindo-lhe filiar-se a Federação Paulista de Futebol, Federação Paulista de Malhas, passando a disputar oficialmente tais atividades esportivas.

Nesse mesmo estatuto, foi oficializado e registrado nas federações, o emblema representativo do Club Atlético Guarany, formado por uma linha circular rodeando uma faixa também circular, mantendo em seu interior a expressão CLUB ATLÉTICO GUARANY, e 1939, em branco sobre fundo e linha externa verde.
Em seu centro a cabeça de um índio estilizado olhando para a esquerda, em linha na cor verde, e pele cor de carne.
As cores representativas são : verde / branco e nuanças cor de carne.

Em 25 de fevereiro de 1967, em reunião anual do Conselho Deliberativo foi aprovada a contratação de engenheiro e pessoal habilitado para a construção de um salão de festas, contendo 14,00 por 13,60 ms, nos fundos da quadra de futebol de salão, a ser levantado em alvenaria, sustentado por bardame entrelaçado por pilares de concreto com cobertura em estrutura de madeira e telhas de amianto.

Em Assembléia ordinária de 29 de março de 1969, ano em que o clube já havia murado toda a sua propriedade, foi aprovada a assinatura um contrato com a Projecta Estruturas Metálicas Ltda, o valor de Cr$-14.500,00, (quatorze mil e quinhentos cruzados novos) para a cobertura da quadra de futebol de salão, com uma área de 550m2.

Como sinal e principio de pagamento, foi dado uma parcela de Cr$-2.000,00 (dois mil cruzados novos) e Cr$-10.000,00 (dez mil cruzados novos) financiados pelo então presidente em exercício Sr. Pedro Cavalheiro Garcia, para serem pagos em 5 (cinco) parcelas anuais, sedo a última parcela da dívida assumida, quitada na gestão do Sr. Irineu Rossi, em 1972.

Aprovada a construção da estrutura, foi entregue ao clube a obrigação de preparar a parte referente as fundações a serem feitas, bem como as especificações a serem seguidas, devidamente fiscalizadas pelos responsáveis do projeto.

Com mão de obra própria, foram feitas 8 sapatas de sustentação, com 3 perfurações cada uma, sobre as quais foram feitas sapatas com 1(hum) metro3. de concreto cada uma, dentro das especificações previstas.

Um fato curioso ocorreu, durante os serviços do preenchimento da primeira coluna.
A primeira coluna a ser preenchida foi a segunda coluna da esquerda de quem da rua olha o terreno de frente para o fundo, e que estava mais própria da argamassa batida.

Na falta de champanhe para comemoração, foi retirada do bar uma garrafa de caninha Pirassununga 51 devidamente selada, e concretada na base. (um provável documento arqueológico futuro).

Com o esvaziamento do movimento da Jovem Guarda, após vários anos dominando, toda mídia, as atividades dançantes sociais do lucro, foram declinando, até a sua extinção.

O mesmo fato ocorreu em relação a participação do clube nos festejos carnavalescos de rua do bairro, suas matinês e soeres carnavalescas, devido a transformação organizacional, ocorrida em sua realização.

Mas talvez, um dos fatores que permitiram o Club Atlético Guarany, manter o seu desenvolvimento e enfrentar os constantes e novos desafios, foi de poder contar sempre com uma administração competente, e de pés no chão.

Assim os posteriores e atuais dirigentes do clube, tendo como presidente o Sr. Antonio José Cardoso, agora dispondo de menores recursos financeiros, conseguiram manter o clube de forma sempre atuante.

Coube a eles concluir todas as instalações de apoio esportivo, hidráulicas, de segurança e de acabamento, tornando o Club Atlético Guarany, uma referência na região, oferecendo um ambiente descontraído e amigável para quem o freqüenta, seja ele criança, jovem ou adulto.

Entre as atuais atividades praticadas, destacam-se os futebóis de salão masculinos e femininos, praticados por todas as faixas etárias, e sendo que em vários os torneios que participou, tem se saindo vitorioso.

Vários são os torneios internos e torneios esternos que o clube tem realizado, com a participação de um sem número de convidados, criando um circulo de amizade cada vez mais vinculada as tradicionais cores do clube..

Dedica-se também a prática do Boxe, por meio do Projeto Oficina do Boxe, Ligado a Federação Paulista de Boxe, orientado pelo ex-treinador corintiano Aparecido José, tendo já disputado vários torneios, levando-o a resultados surpreendentes, projetando-o nas modalidades de boxe e Muay Thai, com aulas as 2ª./4ª. E 6ª, de boxe e as 3ª. E 5ª. De artes marciais.

Oferece ainda um recanto para jogos de mesa, e um bar muito bem administrado, onde rolam os bate-papos informais e descontraídos de fim de semana.

Nesse seguimento social de salão, tem participado de diversos torneiros de truco, sueca, e outras modalidades de mesa.

Suas instalações têm sido religiosamente preservadas, e dentro do possível oferece aos seus freqüentadores, uma ambiente esportivamente agradável.

Vale à pena conferir.
NOVOS OBJETIVOS:


Como já foi afirmado, o Club Atlético Guarany, tem evoluído bastante em seu setor social, pela forma com que trata seus freqüentadores.
Assim tornou-se difícil atender dentro da capacidade limitada de suas instalações, todos que o procuram.

Para procurar atender não só os seus associados, de forma mais ampla e diversificada, mas todos seus simpatizantes, a atual da diretoria do Club Atlético Guarany, por intermédio de seu presidente, esta pleiteando junto a Prefeitura Municipal de São Paulo, tornar realidade, projeto de reurbanização de uma área de aproximadamente 14.000m2., existente entre a Rua Cecília e CPTU, nas proximidades de sua sede, para transformá-la em um parque recreativo educacional.

Incluem-se nas reivindicações pleiteadas, alem de todo sistema de infra estrutura, a construção de pista para caminhadas, pista de terra para bicicletas, uma quadra poli esportiva, uma pista para prática de skêit, aparelhos rudimentares de ginástica e se possível alguma unidade educacional.

Observação: este texto esta aberto para novos informes - Agradeço a colaboração.


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sábado, 30 de agosto de 2008

O VIDRO

CURIOSIDADE:
Você sabia que o vidro é um liquido em estado sólido, como a água que se solidifica quando submetida a uma temperatura abaixo de zero?, e o vidro das janelas escorrem de forma infinitamente lenta?.
E que nos vitrais medievais, suas bases se tornaram mais grossas?

quarta-feira, 30 de abril de 2008

quinta-feira, 3 de abril de 2008

BREVE HISTÓRIA DO PLANETA TERRA

BREVE HISTÓRIA DO PLANETA TERRA EM SEIS IMAGENS











sexta-feira, 21 de março de 2008

MEU COLEGA SUZUKI

- MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA COM O PRECONCEITO RACIAL

Não há como negar.
O homem é um ser preconceituoso por excelência.
Para descarregar seu instinto rancoroso, ele somente necessita de alguém ou algo, para direcional seu instinto.
Motivo para demonstrar seu rancor interior não é necessário. Ele cria.
Dessa maneira, o ato de sofrer atitudes de preconceito não é privilégio de ninguém.
Raça, cor, nacionalidade, iniciativa, nada escapa, daqueles que geralmente se dizem civilizados.
Basca acompanhar o que esta correndo pelo mundo afora.
Talvez essa atitude humana, seja proveniente, de cinzas de informações contidas no DNA de seus primitivos ancestrais, da época em que a luta pela sobrevivência era primordial.
Dessa forma, cria em sua mente um estado rancoroso, contra algo ou alguém que venha a se interpor aos seus parâmetros de conhecimento.
Entretanto, tomado de um ímpeto irracional, passa atirar indiscriminadamente, criando situações insustentáveis.

MEU COLEGA SUZUKI


Durante a Segunda Guerra Mundial, tinha eu, entre 12 e 13 anos de idade.

Freqüentava na época o curso de Auxiliar de Escritório, na Escola Técnica de Comércio 30 de Outubro, situada na Rua Oiapoque, no Brás, defronte ao antigo Cine Piratininga.

Estávamos no início do ano letivo.

Como morava, e ainda moro no bairro de Vila Esperança, minha condução para ida, era o Especial das 7, da então linha suburbana da Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligava o Brás à Mogi das Cruzes.

Recebia esse nome porque era programada sua saída da Estação Vila Matilde, tendo a Estação Roosevelt (Brás) com destino, isso, devido ao grande número de passageiros residentes no bairro, que utilizavam os serviços ferroviários da época.

Na classe que passei a freqüentar, tinha um garoto mais ou menos da minha idade, que se sentava na primeira fila, ao lado esquerdo da sala, sempre calado.

Por mais cedo que os alunos chegassem à escola, lá estava ele presente, com seus livros, cadernos e traias.

Ao final das aulas, tinha o habito de esperar a saída de todos os seus colegas, para então sair.

Como me sentava quase ao seu lado, o fato me intrigava, pois nosso relacionamento limitava-se, a saber, seu nome e aos cumprimentos de bom dia e até amanhã.

Quanto a mim, retornava para casa utilizando uma composição que saia da Estação do Brás ao meio-dia, com destino à Mogi.

Como de costume, passava todos os dias na lanchonete instalada no saguão da estação, para compra de guloseimas, e deixar correr a hora, para então dirigir-me a plataforma de embarque.

Em certo dia, em que estava efetuando a operação de compra, ao olhar em direção as catracas (bloqueios) de entrada, observei meu colega, passando pelas mesmas.

Curioso, após ser atendido dirigi-me a composição estacionada, entrando no último vagão, e percorri toda a composição com objetivo de encontrá-lo.

Por mais que procurasse não achei nem sinal dele.

Como não poderia deixar de ser, isso despertou ainda mais minha curiosidade.

Não tive dúvidas, no dia seguinte, a primeira coisa que fiz, foi dirigir-me a ele, e perguntar se o mesmo morava pelos lados da Central do Brasil.

Ele me respondeu que sim, morava em Itaquera, e seu pai era agricultor, e tinha um sítio da Colônia, de onde vinha a pé até a estação, onde tomava o trem até o Bras.

Disse ainda, que na vinha à escola em companhia do pai no vagão de carga, que fazia portar com ele toda produção de verduras do dia anterior, para ser vendida no Mercado Municipal.

Contei a ele, que o tinha visto no dia anterior, passando pelo bloqueio, e tinha rodado toda a composição a sua procura e não o tinha encontrado.

Foi ai que me tornei seu colega de fato durante todo o ano letivo.

Ele me afirmou que viajava também na volta no vagão de carga, que existia na ponta das composições que circulavam, em determinados horários.

Sem entender perguntei: - Ué, por quê?

Ele então me respondeu que era recomendação de seu pai que era japonês, e, portanto classificado como “quinta-coluna”, e dessa forma evitar ser hostilizado por eventuais passageiros.

-Dá para entender?...Imaginei na minha capacidade de raciocínio ainda em formação.

Assim, minha nova aventura foi a de viajar na volta da escola, nos vagões de carga dos trens suburbanos da Estrada de Ferro Central do Brasil.

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